LEITURAS ESPIRITUAIS
"Falamos aqui de um mistério no qual as palavras são inadequadas"
terça-feira, 29 de setembro de 2026
sábado, 1 de agosto de 2026
Modo de Fazer Oração Mental, por Santo Afonso
A meditação ou oração mental contém três partes:
- A Preparação
- A Meditação
- A Conclusão
I. PREPARAÇÃO
Na preparação fazem-se três atos:
1º Ato de Fé na presença de Deus, dizendo:
Meu Deus, eu creio que estais aqui presente e Vos adoro com todo o meu afeto
2º Ato de Humildade, por um breve ato de contrição:
Senhor, nesta hora deveria eu estar no inferno por causa dos meus pecados; de todo o coração arrependo de Vos ter ofendido, ó Bondade infinita.
3º Ato de Petição de luzes:
Meu Deus, pelo amor de Jesus e Maria, esclarecei-me nesta meditação, para que tire proveito dela.
Depois uma Ave Maria à Santíssima Virgem, afim de que nos obtenha esta luz; e na mesma intenção um Glória ao Pai a São José, ao Anjo da Guarda e ao nosso Santo Protetor.
Estes atos devem ser feitos com atenção, mas brevemente, depois do que se fará a Meditação.
II. MEDITAÇÃO
Para a Meditação sirvamo-nos sempre de um livro, ao menos no começo, parando nas passagens que mais impressão nos fazem. São Francisco de Sales diz que devemos imitar as abelhas, que se demoram numa flor enquanto acham mel, e voam depois para outra.
Note-se além disto que são três os frutos da meditação: afetos, súplicas e resoluções; nisto é que consiste o proveito da oração mental. Assim, depois de haverdes meditado numa verdade eterna, e Deus ter falado ao vosso coração, é mister que faleis a Deus:
1º Pelos Afetos
Isto é, pelos atos de fé, agradecimento, adoração, louvor, humildade, e sobretudo de amor e de contrição, que é também ato de amor. O amor é como que uma corrente de ouro que une a alma a Deus. Conforme Santo Tomás, todo o ato de amor nos merece mais um grau de glória eterna. Eis aqui exemplos de atos de amor:
- Meu Deus, eu Vos amo sobre todas as coisas.
- Eu Vos amo de todo o meu coração.
- Fazei-me saber o que é de vosso agrado; quero fazer em tudo a vossa vontade.
- Regozijo-me por serdes infinitamente feliz.
Para o ato de contrição basta dizer:
Bondade infinita, pesa-me de Vos ter ofendido.
2º Pelas Súplicas
Pedindo a Deus luzes, a humildade ou qualquer outra virtude, uma boa morte, a salvação eterna; mas principalmente o dom do seu santo amor e a santa perseverança, porque, no dizer de São Francisco de Sales, com o amor se alcançam todas as graças.
Se a nossa alma está em grande aridez, basta dizermos:
Meu Deus, socorrei-me. Senhor, tende compaixão de mim. Meu Jesus, misericórdia!
Ainda que nada mais fizéssemos, a oração seria excelente.
3º Pelas Resoluções
Antes de se terminar a oração, cumpre tomar alguma resolução, não geral, como por exemplo evitar toda falta deliberada, de se dar todo a Deus, mas particular, como por exemplo evitar com mais cuidado tal defeito, em que se caia mais vezes, ou praticar melhor tal virtude em que a alma procurará exercer-se mais vezes: como seja, aturar o gênio de tal pessoa, obedecer mais exatamente a tal superior ou a regra, mortificar-se mais frequentemente em tal ponto, etc. Nunca terminemos a nossa oração sem havermos formado uma resolução particular.
III. CONCLUSÃO
Enfim, a conclusão da oração compõem-se de três atos:
1º De agradecimento pelas luzes recebidas, e de pedido de perdão das faltas cometidas no tempo da oração:
Senhor, eu Vos agradeço as luzes e os afetos que me destes nesta meditação e Vos peço perdão das faltas nela cometidas.
2º De oferecimento das resoluções tomadas e de propósito de guardá-las fielmente:
Meu Deus, eu Vos ofereço as resoluções que com a vossa graça acabo de tomar, e resolvido estou a executá-las, custe o que custar.
3º De súplica, pedindo ao Pai Eterno, pelo amor de Jesus e de Maria, a graça de executá-las fielmente:
Meu Deus, pelos merecimentos de Jesus Cristo e pela intercessão de Maria Santíssima, dai-me a força de por fielmente em prática as resoluções que tomei.
Termina-se a oração recomendando a Deus a Santa Igreja, os seus Prelados, as Almas do Purgatório, os pecadores, e todos os nossos parentes, amigos e benfeitores, por um Pai Nosso e uma Ave Maria, que são as orações mais úteis por nos serem ensinadas por Jesus Cristo e pela Igreja:
Senhor, eu Vos recomendo a Santa Igreja, com os seus Prelados, as Almas do Purgatório, a conversão dos pecadores, e todas as minhas necessidades espirituais e temporais bem como as dos meus parentes, amigos e benfeitores.
Depois da Meditação
Depois da meditação devemos:
1º Conforme o conselho de São Francisco de Sales, fazer um ramalhete de flores afim de cheirá-lo durante o dia, quer dizer, imprimir bem na memória um ou dois pensamentos que mais impressão nos fizeram, para os recordarmos e nos revigorarmos durante o dia.
2º Por logo em prática as resoluções tomadas, tanto nas ocasiões pequenas como nas grandes, que se apresentarem: por exemplo suportarmos com paciência uma pessoa irada contra nós, mortificarmo-nos na vista, no ouvido, na conversa.
3º Por meio do silêncio e recolhimento, conservar o mais tempo possível os afetos excitados na oração; sem isso, o fervor concebido na oração esvaecer-se-á logo pela dissipação no proceder ou pelas conversas inúteis.
https://rumoasantidade.com.br/modo-fazer-oracao-mental/
Nove dados sobre a vida de santo Inácio de Loyola que você deve conhecer
Ontem (31), quando a Igreja celebra a festa de santo Inácio de Loyola, este artigo apresenta alguns dados que marcaram a vida de um dos santos mais famosos da Igreja, fundador da Companhia de Jesus e criador dos exercícios espirituais.
A seguir, alguns dados que todo católico deve saber sobre a vida deste santo:
1. Foi um nobre
Iñigo de Loyola (não adotaria o nome “Inácio” até depois de seus estudos em Paris) vinha de uma família nobre e antiga do País Basco.
Dessa família, um cronista escreveria mais tarde: “Os Loyola foram uma das famílias mais desastrosas que nosso país teve que suportar, uma dessas famílias bascas que portava um escudo de armas sobre sua porta principal, para justificar melhor os erros que eram o tecido e o padrão de sua vida”.
2. Foi libertino
A situação sociopolítica no País Basco feudal do século XVI, na parte mais ocidental dos Pirineus, era extremamente violenta. Como alguns nobres da época, Inácio era conflitivo, violento e vivia uma sexualidade irresponsável.
O soldado espanhol convertido em místico pode ser o único santo com antecedentes policiais de brigas noturnas (obviamente antes de sua conversão).
3. Quase morreu em batalha
Em 1519, aos 28 anos, Inácio exigiu que seu pequeno grupo de soldados lutasse contra uma força invencível de 12 mil tropas francesas em Pamplona, Espanha. Seu valor (ou obstinação) lhe rendeu uma bala de canhão nas pernas, que destroçou uma afetou gravemente a outra.
Os valores de cavaleiro que possuía eram tão elevados que resultaram em um longo período de convalescência na casa familiar Loyola. Este período mudou sua vida, e o mundo, para sempre.
4. Converteu-se ao catolicismo lendo livros espirituais
Enquanto convalescência, leu textos sobre a vida de Cristo e dos santos e decidiu imitá-los. Uma noite, apareceu-lhe a Virgem Maria com seu Filho e, desde então, colocou-se a servir ao Rei dos céus.
Um dado curioso é que antes da invenção de marcadores, copiou passagens da vida de Cristo e dos santos: as palavras de Jesus foram inscritas em vermelho e as de sua Santíssima Mãe em azul.
5. Sua congregação ia se chamar a “Companha de Maria”
Depois de sua conversão, a Virgem apareceu a ele em até trinta ocasiões. Foram tantas que Inácio quis chamar sua nova ordem originalmente “A Companhia de Maria”.
Logo que terminou sua convalescência, foi em peregrinação ao famoso santuário da Virgem de Montserrat, onde adotou o sério propósito de dedicar-se a fazer penitência por seus pecados. Mudou suas luxuosas vestes pelos de um mendigo, consagrou-se à Virgem Santíssima e fez confissão geral de toda sua vida.
6. Tornou-se um mendigo
Inácio pensou muito sobre os “espíritos” em sua vida: os espíritos que conduzem a Deus e os espíritos nascidos do diabo. Isso o estimulou a viver de uma maneira que os historiadores chamaram seu período de peregrinação.
Durante este tempo, estava decidido a renunciar aos prazeres mundanos. Vestiu-se com um pano de saco e colocou um sapato com sola de corda.
7. Quis converter muçulmanos
Logo depois de completar os exercícios espirituais, Inácio declarou: “Deus quer que converta os muçulmanos!”. Foi até a Terra Santa em 1523, onde pregava nas ruas energicamente e evangelizava a todos os que podia.
Apesar do entusiasmo, só ficou um ano, porque a presença dos maometanos o enfurecia. Regressou para a Espanha e estudou latim, lógica, física e teologia. Também evangelizava as crianças e organizava encontros.
8. Seus companheiros foram chamados “Diabos”
Os primeiros companheiros que teve na Companhia de Jesus, fundada em 1540, foram descritos como os Sete Diabos Espanhóis, não nesse momento, mas no século XIX por um historiador inglês.
Os companheiros (na verdade eram seis e nem todos eram espanhóis) tinha se encontrado com Inácio durante seus estudos em Paris e se reuniram em Roma para tornar-se o núcleo da futura Companhia. Em menos de um século, Inácio de Francisco Xavier seriam canonizados.
9. Quando morreu, já havia milhares de jesuítas
Inácio viveu seus últimos anos em um pequeno quarto de Roma. Dali, governou a Companhia de Jesus e foi testemunho de seu crescimento: de apenas 6 jesuítas em 1541, passaram a 10 mil em 1556, ano de seu falecimento.
Os jesuítas se espalharam por toda Europa, Índia e Brasil durante esses anos.
Fonte: ACI Digital

S. Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja, fundador da Congregação do Santíssimo Redentor
“Os filhotes das andorinhas só pensam em gritar para obter proteção e comida das mães. Assim, também nós devemos sempre clamar, pedindo a ajuda de Deus para evitar a morte do pecado e progredir em seu santo amor”.
Quando alguém nasce em uma família nobre, como a dos Liguori, em uma cidade grande como Nápoles, em um século importante como o do Iluminismo e como o primeiro de oito filhos, é destinado, certamente, a algo superior. Assim, como bom augúrio, os pais batizam seu primogênito com o nome de Afonso, que significa valoroso e nobre. E ninguém, mais do que ele, fez jus ao seu nome.
Advogado, com apenas 16 anos
Confiado aos melhores tutores em circulação, Afonso demonstrou,
imediatamente, qualidades extraordinárias: aos 12 anos, superou, de modo
exímio, os exames de vestibular, diante do filósofo Giambattista Vico,
para entrar na Faculdade de Direito; aos 16 anos, já exercia a profissão
de advogado, tornando-se rapidamente o melhor da cidade e com uma
reputação merecida, por não perder nenhuma causa.
No entanto, o
Senhor tinha outros planos para ele, avantajado por nascer em uma
família particularmente agraciada. De fato, dos oito filhos, além dele,
duas irmãs se tornaram monjas, um beneditino e outro sacerdote
diocesano. Com efeito, não era naquele contexto nobiliário, do qual
provinha, que Afonso era chamado a viver.
Da lei humana à Lei de Deus
Durante a sua profissão de advocacia, Afonso exercia o que hoje
chamamos "voluntariado", sobretudo em um hospital de Nápoles, onde
visitava os enfermos. Aos poucos, esta vida o atraía, cada vez mais. Por
isso, decidiu deixar as leis humanas para se dedicar ao Senhor.
Em
1726, ao ser ordenado sacerdote, dedicou todo o seu ministério ao
serviço dos mais pobres, que, no século XVIII, são incontáveis. Suas
atividades, como pregador e confessor, eram intensas, entretanto,
cultivava seu sonho de partir em missão no Oriente.
Pastor entre os pastores: nascimento da Congregação
Em 1730, durante um período de descanso forçado, entre as montanhas
próximas de Amalfi, Afonso conheceu alguns pastores com os quais debateu
sobre a gravidade do seu abandono humano, cultural e religioso. Aquela
conversa o perturbou tanto, a ponto de chegar à decisão de deixar
Nápoles para se retirar para o eremitério beneditino da Vila dos
Escravos, perto de Caserta. Ali, fundou a Congregação do Santíssimo
Salvador, que, depois, foi aprovada por Bento XIV, em 1749, com o atual
nome de Congregação do Santíssimo Redentor. A sua missão consistia em
uma pregação marcada pela simplicidade apostólica e na educação dos
humildes.
Afonso partiu do modelo “Capelas noturnas”, grupos
liderados pelos colaboradores do Santo, tanto leigos como seminaristas,
dedicados à evangelização dos jovens que viviam nas ruas. Esta
experiência teve um sucesso imediato em Nápoles, a ponto de atingir
cerca de 30 mil inscritos para serem educados.
Mais tarde, os
sacerdotes Redentoristas contaram também com a adesão das Irmãs
Redentoristas, o ramo feminino da Congregação, fundado precisamente em
Amalfi.
Bispo de Santa Águeda dos Godos
Afonso gostava muito da arte de ensinar e de fazer pregações,
utilizando métodos inovadores, como a música, que ele havia estudado
quando era criança. Uma das suas composições, por exemplo, é a famosa
"Tu scendi dalle stelle” (“Tu desces das estrelas”), que nunca falta
entre os cantos nas celebrações do Natal.
Afonso estava muito
comprometido também com as questões morais. Entre as muitas obras que
escreveu, a mais importante é, certamente, a "Teologia moral", em vários
volumes, ainda hoje estudada, na qual enfrenta questões como a
virgindade de Maria e a infalibilidade do Papa, muito antes de a Igreja
considerá-las dogmas.
Em 1762, com a venerável idade de 66 anos,
Afonso Maria de Liguori foi nomeado Bispo de Santa Águeda dos Godos, em
Benevento, ao qual, após 15 anos, renunciou por problemas de saúde, que o
levaram à morte em 1787.
Santo Afonso Maria de Liguori foi
canonizado em 1839 e proclamado Doutor da Igreja, por Pio IX, em 1871.
Em 1950, Pio XII o proclamou "Padroeiro celestial de todos os
confessores e moralistas".
https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/08/01/s--afonso-maria-de-ligorio--bispo-e-doutor-da-igreja--fundador-d.html
As 20 melhores frases de Santo Inácio de Loyola
Você já parou para pensar como um soldado orgulhoso e ferido em batalha se transformou em um dos maiores mestres espirituais da história da Igreja?
Após ter sua perna estilhaçada por uma bala de canhão, Inácio de Loyola trocou as armas da guerra pelas armas da fé. Fundador da Companhia de Jesus e criador dos imortais Exercícios Espirituais, ele nos ensinou que a verdadeira e mais difícil batalha acontece dentro do nosso próprio coração.
Se você busca clareza para tomar decisões difíceis e deseja encontrar a vontade de Deus em meio às distrações do mundo moderno, meditar sobre as frases de Santo Inácio de Loyola pode ser um exercício interessante. Seus ensinamentos formam um verdadeiro manual de disciplina, autodomínio e caridade.
Para ajudar você a cultivar uma alma forte e atenta aos movimentos do Espírito Santo, selecionamos as mais inspiradoras frases de Santo Inácio de Loyola para servirem como bússola na sua jornada diária:
- “Tudo para a maior glória de Deus.”
- “O homem é criado para louvar, prestar reverência e servir a Deus nosso Senhor e, mediante isto, salvar a sua alma.”
- “Não o muito saber sacia e satisfaz a alma, mas o sentir e saborear as coisas internamente.”
- “O amor deve ser posto mais nas obras do que nas palavras.”
- “Orai como se tudo dependesse de Deus, e trabalhai como se tudo dependesse de vós.”
- “Para em tudo acertarmos, devemos ter sempre este propósito: eu creio que o branco que vejo é negro, se a hierarquia da Igreja assim o determinar.”
- “Em tempo de desolação, nunca fazer mudança, mas estar firme e constante nos propósitos.”
- “Encontrar Deus em todas as coisas e ver que todas as coisas vêm do alto.”
- “A vitória mais bela que se pode alcançar é vencer a si mesmo.”
- “Tomai, Senhor, e recebei toda a minha liberdade, a minha memória, o meu entendimento e toda a minha vontade.”
- “A ingratidão é o mais abominável dos pecados e a origem de todos os males.”
- “É perigoso querer levar todos pelo mesmo caminho.”
- “Ninguém sabe o que Deus faria de nós, se não opuséssemos tantos obstáculos à sua graça.”
- “Ide e incendiai o mundo.”
- “Não há árvore mais apropriada para produzir e conservar o amor de Deus do que a árvore da cruz.”
- “A humildade consiste em alegrar-nos com tudo o que nos leva a reconhecer o nosso nada.”
- “É incalculável o bem que podemos fazer se estamos cheios de Deus, se vivemos na dependência dele.”
- “Lembrem-se de que os Anjos fazem o que podem para defender os homens do pecado para que Deus seja assim honrado.”
- “Dai-me somente o vosso amor e a vossa graça, que isso me basta, e nada mais vos peço.”
- “Ensina-nos, bom Senhor, a servir-Te como mereces; a dar, sem contar o custo; a lutar, sem dar atenção às feridas; a trabalhar, sem buscar descanso…”
- https://blog.lumine.tv/frases-de-santo-inacio-de-loyola/
sexta-feira, 17 de julho de 2026
TU ÉS MEU ALIMENTO
Senhor, tu és meu alimento e minha bebida:
quanto mais me nutro de ti, mais fome tenho,
quanto mais bebo, mais sede sinto,
quanto mais possuo, mais desejo.
Tu és mais doce a meu paladar que um favo de mel,
estás acima de toda medida mensurável.
Permanecem em mi fome e desejo.
Tu és inesgotável.
És tu que devoras ou eu que me absorves ou eu que te devoro?
Não sei. No fundo de minha alma sou absorvido e te devoro.
Queres que eu seja um contigo
Mas não consigo livrar-me de minhas coisas
Para adormecer em teus braços.
Nada posso fazer a não ser agradecer-te, honrar-te,
porque tu és a minha vida eterna.
Ruysbroeck (Místico da Renânia do sec. XVI)
TEM PIEDADE, SENHOR!
Liturgia Ortodoxa
domingo, 5 de julho de 2026
O Sacrifício da Obediência
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