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Mostrando postagens de abril, 2020

Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 10 - Quintas Moradas, Capítulo I

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 09 - Quartas Moradas, Capítulo III

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Especial Teresa D'Ávila

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Cuatro Grados de Oración – Santa Teresa de Avila

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 08 - Quartas Moradas, Capítulo II

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A Meditação Secreta

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Um irmão de nome João, vindo da região à beira-mar, dirigiu-se ao santo pai Filémon; abraçou seus pés e disse-lhe: “O que devo fazer, pai, para ser salvo? As profundidades de meu coração se agitam e vagam ora aqui, ora acolá, para o que é proibido”. Ele hesitou um pouco, depois lhe falou: “Essa paixão é própria daqueles do mundo  (cf. 1Cor 5,12; Col 4,5; 1Tes 4,12)  e permanece porque ainda não tens um perfeito desejo de Deus. Ainda não te chegou o calor do desejo e do conhecimento de Deus”. O irmão perguntou: “O que devo fazer, pai?”. Pai Filémon respondeu: “Vai, e por um pouco de tempo faz em teu coração uma meditação secreta, que possa purificar profundamente tudo isso”. O irmão, que não era iniciado no que lhe era dito, falou ao ancião: “O que é a meditação secreta, pai?”. Ele lhe disse: “Vai, sê sóbrio no teu coração, e sobriamente diz na tua mente, com temor e tremor: ' Senhor Jesus Cristo, tende piedade de mim ’; assim recomenda o beato Diádoco aos pr

O ASSUNTO DA MEDITAÇÃO

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A   meditação  deve ter um assunto definido, preciso. No início da vida de oração, quanto mais precisos e concretos formos na meditação, tanto mais êxito teremos. A disciplina que nos impomos para nos concentrarmos num assunto especial claro e nítido tende a unificar as faculdades, dispondo-as assim, remotamente, para a oração contemplativa.   O  ASSUNTO  DA MEDITAÇÃO   Está claro que a escolha do assunto é de importância na meditação. E torna-se imediatamente evidente, desde que a meditação é uma forma íntima e pessoal de atividade espiritual, que a escolha deva ser pessoal. A maior parte das pessoas não consegue meditar bem num “tema” imposto por outro, sobretudo se é algo de abstrato. O assunto normal da meditação, conforme a tradição ascética cristã, será algum mistério da fé. [...] A finalidade da meditação é, portanto, em primeiro lugar, tornar-nos capazes de ver e experimentar os mistérios da vida de Cristo como fatores reais, presentes em nossa própria vida

ARQUIMANDRITA SOFRÔNIO, UM HOMEM SEDENTO DE ABSOLUTO

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COSSEC  Arquimandrita Symeon  tradução de monja Rebeca (Pereira) I Pela força dos acontecimentos, um testemunho é algo de subjetivo, e por vezes mesmo parcial, algo que não é e não pode ser completo, que não é sempre exato no sentido da exatidão fotográfica, mas, de certo, verdadeiro – da verdade do retrato, no qual penetram-se facilmente alguns traços daquele que é retratado. É nesta perspectiva que arriscaria dizer algumas palavras a respeito do Padre Sofrônio; consciente de que não passarão de algumas gotas no oceano. Eu nada sabia acerca do Padre Sofrônio, além de ser ele um monge russo, vindo do Monte Atos, e que se encontrava na região parisiense. Eu não conhecia nem o seu nome, nem,  a fortiori , o seu endereço. É em busca deste “monge desconhecido” que, vindo de Lausanne, cheguei a Paris no final de dezembro de 1950 – em busca de suas coordenadas. Eu me dirigi, então, aos Lossky (família russa que se estabelece em França no início do século XX, em virtude da turbul

Faça-Se A Luz

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Quando estamos orando, em um lugar solitário e tranquilo, frequentemente pensamentos inúteis aparecem em nossa mente, distraindo a atenção do coração. A oração parece fútil, porque a mente não participa na invocação do Nome de Jesus - só os lábios repetem mecanicamente as palavras. E quando a oração chega ao fim, os pensamentos estranhos, em seguida, geralmente desaparecem, deixando-nos em paz. No entanto, há algum sentido neste processo tedioso: Ao invocarmos o Nome Divino, colocamos em marcha tudo o que está oculto em nós. A oração é como um feixe de luz lançado sobre as profundezas escuras da nossa vida interior, mostrando-nos quais paixões estão radicadas em nós. Quando isso acontece, devemos urgentemente pronunciar o Nome Divino, para que o sentimento de arrependimento cresça na alma. Arquimandrita Sofrônio

Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 07 - Quartas Moradas, Capítulo I

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 06 - Terceiras Moradas, Capítulo II

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 05 - Terceiras Moradas, Capítulo I

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 04 - Segundas Moradas, Capítulo único

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Estudando Santa Tereza D'Avila - Aula 03 - Primeiras Moradas, Capítulo II

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