quinta-feira, 12 de novembro de 2020
sábado, 7 de novembro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 5º Dia com Padre Mario Sartori
5º dia “Hóspede Divino” - Adoração - Jesus Eucaristia Na adoração esqueço de mim mesmo, porque somente Deus é importante para mim. Na presença Eucarística, Cristo chega até nós, se oferece por nós. Olhamos para Aquele que nos ama. Nele está o nosso desejo profundo de nos libertarmos de nós mesmos, para dependermos única e exclusivamente do Senhor. O primeiro contato com Jesus, escondido na Sagrada Hóstia foi decisivo para Elisabeth. Nesse dia, Ele tomou posse do seu coração. Sua única aspiração foi entregar- Lhe a vida. “A partir da Primeira Comunhão, vimo-la mudar imediatamente. Sentimo-la tomada por Deus”, nos diz sua irmã Margarida. Assim, arrastada pela torrente de amor, na intimidade mais pura da Primeira Comunhão, Elisabeth responde ao apelo de Jesus. “A Eucaristia é a plenitude transbordante do Amor Divino. Nela, Jesus não nos dá apenas os seus méritos e as suas dores, mas nos dá plenamente a si mesmo.” “Como é triste ter de me afastar do sacrário e despedir-me do Hóspede Divino! Mas Vós estais sempre comigo, estais no meu coração, Dileto Meu, único Amor.” “Após a Comunhão, guardamos o Céu inteiro em nossa alma, menos a visão desse Céu.” “A adoração! Sim! É uma palavra do céu. Me parece que poderia defini-la assim: é o êxtase do amor. É o amor vencido pela Beleza, pela Força, pela Grandeza imensa do Objeto amado que entra no estado como se fosse um desfalecimento, em um silêncio pleno e profundo.” UR 21 “Quanto mais vivemos com este Hóspede Divino, mais felizes nos sentimos, mais fortaleza temos para entregar-nos ao sacrifício.” Reflexão... “Eu sou o Pão da Vida. Quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim não terá mais sede.” ( Jo 6,35 )
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 4º Dia com Padre Mario Sartori
domingo, 1 de novembro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 3º Dia com Padre Mario Sartori
TERCEIRO DIA – Confiança e Abandono Sinal da Cruz. Vinde Espírito Santo. É a fé que nos aproxima de Deus. “Para aproximar-se de Deus é preciso crer.” (Hb 11,6). Diz o Catecismo da Igreja Católica: “o ato de fé é um ato humano, ou seja, um ato da inteligência do homem que, sob o impulso da vontade movida por Deus, dá livremente o próprio consenso à vontade divina” (153-163). É um Dom gratuito de Deus. Quando a alma sabe crer no grande Amor de Deus, nada a detém. Ela entrega-se então, sem reservas, com confiança e abandono, nesse amor. A confiança conserva a alma no equilíbrio, nos dá força e coragem no sofrimento. Na alma confiante a abandonada, o Espírito Santo agirá livremente. Elisabeth permaneceu fiel até o fim nesse caminhar para Deus na pura fé, mesmo quando gravemente enferma. É o meio de retribuir a Deus amor com amor. Mais sua alma é provada, mais aumenta sua fé, sua entrega total, afetuosa e dócil à Vontade Divina. “E de que servem as consolações, as doçuras? Estas coisas não são ele, e é Ele que buscamos. Vamos pois a Ele pela pura fé.” (Carta 53) “… a Ele me entrego e me abandono, de antemão feliz por tudo o que acontecer”. (Carta 250) “…também eu devo procurar o mestre que se esconde. Mas então, vivo na fé e fico satisfeita de não gozar de sua presença para deixá-Lo gozar do meu amor.” (Carta 298) Reflexão… “ A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê. Sem fé é impossível agradar a Deus, pois para se chegar a ele é necessário que se creia primeiro que ele existe e que recompensa os que o procuram.” (Hb 11, 1. 6) “Ao abandonado, Deus prepara uma casa”. (Sl 67,7) Oração: Pai Nosso, Ave-Maria e Glória.
sábado, 31 de outubro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 2º Dia com Padre Mario Sartori
Novena à Santa Elisabete da Trindade | 1º Dia com Padre Mario Sartori
PRIMEIRO DIA “Agindo contra – Combate a si mesmo” Sem autodomínio, a vontade fica inconstante, e qualquer outra virtude que se queira edificar sobre ela afunda-se. Para se alcançar o domínio de si mesmo, é necessário uma luta constante, principalmente por meio do sacrifício, da mortificação. Oferecida à Deus, esse sacrifício nos ajuda a purificar os pecados, e unir-nos com mais amor aos padecimentos de Jesus. O sacrifício é apenas aparente, pois vivendo assim, com sacrifício, livra-se de muitas escravidões e no íntimo do seu coração consegue saborear todo o amor de Deus. Precisamos fortalecer a vontade, forjando-a na fornalha da Graça de Deus, e lutando por adquirir, com garra e mortificação, o autodomínio, que nos deixa verdadeiramente livres. A alma nada consegue sem o calor da Graça de Deus, por isso deve fortificar-se com as fontes de graça, que são os Sacramentos, a oração humilde ao Espírito Santo, com o cumprimento dos deveres cotidianos, “em espírito de amor de Deus, de auto-respeito e de generosidade para com os outros, sem sufocar os sentimentos e as tendências, mas canalizando-as numa vida virtuosa.” João Paulo II. Elisabeth, desde pequena tomou a resolução de impor-se a si mesmo uma vigilância constante. Conhecia seu “defeito dominante” e lutou para dominá-lo. Aprendeu a vencer-se por amor. Acompanhava regularmente retiros pregados pelos Padres da Companhia de Jesus, onde inspirou-se em seus propósitos. Habituara-se a renunciar a si mesma, estando sempre pronta a ceder e desaparecer, o que chamou de “agendo contra”. Um verdadeiro combate a si mesma: esta foi a palavra chave de sua alma generosa. “Hoje, tive a alegria de oferecer a Jesus muitos sacrifícios para vencer o meu defeito maior. Quanto me custou! Por isso, reconheço toda a minha fraqueza. Quando recebo uma observação injusta, parece-me sentir o sangue ferver nas veias, tal é a revolta do meu ser. Mas Jesus estava comigo. Ouvia-lhe a voz no fundo do coração, e então estava disposta a tudo suportar por seu amor.” (Diário 30/01/1899)
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Oração à Santíssima Trindade composta pela Santa Elisabete da Trindade
Esta oração de Santa Elisabete resume toda a sua vida de carmelita.
“Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente, de mim mesma, para me fixar em Vós, imóvel e calma, como se minha alma estivesse já na eternidade: que nada possa perturbar-me a paz, nem me fazer sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada instante me leve mais avante na profundidade de Vosso mistério.
Apaziguai-me a alma, fazei dela o Vosso céu, Vossa morada preferida, o lugar de Vosso repouso: que aí jamais Vos deixe só, mas que esteja toda inteira, totalmente desperta em minha fé, toda em adoração, completamente entregue à Vossa ação criadora.
Ó Cristo, meu amado crucificado por amor, quisera ser uma esposa para o Vosso coração, quisera cobrir-Vos de glória, amar-Vos…até morrer de amor. Sinto, porém, a minha fraqueza e peço-Vos me revistais de Vós mesmo, identificando a minha alma com todos os movimentos da Vossa, submergindo-me em Vós, invadindo-me, substituindo-Vos a mim para que a minha vida seja uma verdadeira irradiação da Vossa. Vinde a mim como adorador, como reparador, como salvador.
Ó Verbo eterno, palavra de meu Deus, quero passar a vida a ouvir-Vos, quero ser de uma docilidade absoluta para tudo aprender de Vós: e, depois, através de todas as trevas, todos os vácuos, todas as fraquezas, quero fitar-Vos sempre e ficar sob a Vossa grande luz. Ó meu Astro amado, fascinai-me para que não me seja mais possível sair de Vosso clarão radioso.
Ó fogo consumidor, Espírito de amor, vinde a mim, para que se opere em minha alma como uma encarnação do Verbo: que eu seja para Ele um acréscimo de humanidade na qual renove todo o seu mistério: e Vós, ó Pai, inclinai-Vos sobre Vossa pobre criatura, só considerando nela o muito Amado, no qual pusestes todas as Vossas complacências.
Ó meu “Três”, meu tudo, minha beatitude, solidão infinita, imensidade onde me perco, entrego-me a Vós como uma presa, sepultai-Vos em mim, para que eu me sepulte em Vós, enquanto espero ir contemplar em Vossa luz o abismo de Vossas grandezas.”
sábado, 29 de agosto de 2020
Basta a cada dia o seu cuidado

"Em que consiste esta lei universal e absoluta de nos entregarmos a Deus? No dever do momento presente.
Santificar uma vida inteira é consagrar a Deus o momento presente.
O passado já não existe, o futuro ainda não chegou, só o presente é real e traz consigo o dever.
É uma insensatez sobrecarregar o espírito com a perspectiva de milhões de ações a oferecer a Deus, de sacrifícios a renovar continuamente, de dificuldades sem número a vencer. Tudo isso é a santidade encarada de modo abstrato, através das lentes de aumento da imaginação.
A realidade, a vida concreta, é um ato que se oferece a Deus, um dever que se cumpre, uma cruz que se abraça, uma tristeza que se suporta; por vezes também um descanso sob o olhar de Deus, uma alegria que se partilha com Ele, uma tarde que se passa ao Seu lado.
Reduzir a santidade a este único dever da hora presente é torná-la fácil, é entrar nas vistas de Deus, que não quis sobrecarregar-nos com um fardo difícil de suportar.
Vivei o dia de hoje, diz-nos Ele, e não vos preocupeis com o dia seguinte. O amanhã trará consigo os seus próprios cuidados. Basta a cada dia o seu cuidado (MT 6,34). (...)
(...) O Senhor disse bem: Fazei-vos como crianças (Cf. Mt 18,3).
A criança não pensa no passado e ainda menos no futuro; permanece junto da mãe, brinca sob a sua vista e sabe que está aos seus cuidados.
'Alma minha, torna-te criança! Repele todas as preocupações do passado, todo o temor e expectativa inquieta em relação ao futuro, e fica com Deus no presente. Serás feliz e tranquila e disporás inteiramente das energias da tua vontade, da atenção do teu espírito, para as aplicares ao dever presente. Só o momento atual conta para ti, só ele contém bens imensos.' Podes a cada instante enriquecer-te para o céu, porque em cada instante encontrarás Deus.
Ó cegueira das almas! Procuram a santidade exteriormente, percorrem o universo, afundam-se no passado e perscrutam o futuro, correm atrás de quimeras, quando próximo delas, no momento presente, têm a perfeição com todas as suas riquezas, todos os seus dons e todas as opulências; quando próximo delas existe um oceano de santidade, no qual podem mergulhar."
Trecho do livro: O DOM DE SI - José Schrijvers - Cultor de Livros
sábado, 8 de agosto de 2020
São Domingos de Gusmão
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Domingos nasceu na Espanha, em Calaruega, perto de Burgos e da abadia de Silos, em 1170. Era filho de Félix de Guzman e de Joana de Aza, mulher que se distinguiu pela grande piedade.
Fonte: http://www.arautos.org.br/especial/17940/Sao-Domingos-de-Gusmao.html
quarta-feira, 22 de julho de 2020
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Um grande obstáculo para a vida intelectual
segunda-feira, 29 de junho de 2020
O todo o nada: Hna. Clare Crockett (Película completa)
domingo, 31 de maio de 2020
terça-feira, 26 de maio de 2020
domingo, 24 de maio de 2020
quarta-feira, 13 de maio de 2020
sábado, 9 de maio de 2020
MINHA IDENTIDADE "escondida em Cristo"

Nos evangelhos sinóticos, esta pergunta sobre a identidade de Jesus ocupa um lugar destacado. Ela nos oferece as respostas do povo e da comunidade de discípulos, personalizados em Pedro.
Como seus seguidores, devemos continuar nos perguntar “quem é Jesus?”. Aqui não se trata do conhecimento externo da pessoa de Jesus: quando e como viveu, quem são seus pais, em que cultura viveu, qual era seu entorno social e religioso; nem sequer se trata de conhecer e aceitar sua doutrina.
Nosso seguimento está fundamentado no Jesus que encarna o ideal do ser humano querido por Deus, Aquele que nos revela, ao mesmo tempo, quem é Deus e quem é o ser humano. Por isso, a pergunta que devemos responder é: “quê significa Jesus, para mim?”
É preciso deixar muito claro que não se pode responder a essa pergunta se não nos perguntamos ao mesmo tempo: “quem sou eu?” . O encontro com a identidade de Jesus desvela nossa própria identidade.
Na realidade, a pergunta pela identidade é a mais importante de todas aquelas que podemos nos fazer: “Quem sou eu?” A rigor, essa é a primeira e essencial pergunta. A resposta adequada à mesma nos liberta da ignorância, da confusão e do sofrimento. Faz-nos livres e nos possibilita viver na luz.
Porque o objetivo de nossa vida não pode ser outro que o de viver o que somos. E isso não é algo que devemos “alcançar”, “conseguir” ou “conquistar”..., mas, simplesmente, reconhecer. Trata-se de cair na conta ou compreender quem somos. Ao compreender isso, emerge a plenitude, a sabedoria e a alegria.
Dito de outro modo: a causa de muitos sofrimentos existenciais não é outra que a ignorância ou inconsciência de nossa identidade profunda. O grande místico cristão do séc. XIII, Mestre Eckhart, repetia essa expressão contundente: “Meu solo e o de Deus são o mesmo”.
Em outras palavras: a Rocha é o divino que nos habita. No caminho do Seguimento de Jesus vamos tirando os véus que bloqueiam e obscurecem nossa visão, permitindo que aflore resplandecente nossa radiante identidade.
No evangelho de hoje, Jesus revela sua identidade (“Messias, o Filho do Deus vivo”) e, ao mesmo tempo, desvela a identidade de Pedro: “Tu és “petros” (pedregulho) e sobre esta “petra”(rocha) edificarei minha igreja”. Pedro se torna rocha firme (“petra”) quando se apoia na identidade de Jesus (a verdadeira Rocha).
Pedro, que era “petros” (pedra de tropeço no caminho), foi sendo transformado, através da identificação com Jesus, em “petra”, rocha firme da primitiva comunidade cristã. Dessa forma, o Simão que era “petros”/pedra se converte em “Petra”/rocha firme, porque o mestre desvelou a nobreza que estava escondida no coração dele, ou seja, sua verdadeira identidade sobre a qual o mesmo Jesus iria edificar sua igreja.
Todo ser humano possui dentro de si uma profundidade que é o seu mistério íntimo e pessoal; trata-se do “EU original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside o lado mais positivo da pessoa. É aqui onde a pessoa encontra a sua identidade pessoal; trata-se do CORAÇÃO, da dimensão mais verdadeira de si, da sede das decisões vitais, lugar das riquezas pessoais, onde vive o melhor de si mesma, onde se encontram os dinamismos do seu crescimento, de onde parte as suas aspirações e desejos fundamentais, onde percebe as dimensões do Absoluto e do Infinito da sua vida.
O próprio ser é a rocha consistente e firme, bem talhada e preciosa que cada pessoa tem para encontrar segurança e caminhar na vida superando as dificuldades e os inevitáveis golpes da luta pela vida. Com confiança em si e na rocha do próprio interior todas as forças vitais se acham disponíveis para crescer dia-a-dia, para a pessoa se tornar aquilo que originalmente é chamada a ser.
Descobrir a própria identidade pessoal é situar-se na linha da orientação e sentido da vida. A pessoa deve ter a capacidade de voltar sobre si mesma e perceber por onde está sendo conduzida e porquê. Concretamente, isso pressupõe uma atitude de atenção e escuta que permitem à pessoa situar-se diante do “para onde” e “para quê”, diante da motivação básica do viver e do agir, diante da “intenção” com que faz as coisas...
“Viver em profundidade” significa “entrar” no âmago da própria vida, “descer” até às fontes do próprio ser, até às raízes mais profundas. Aí se pode encontrar o sentido de tudo aquilo que é, o porquê do que se faz, se espera, busca e deseja.
“Descobrir a si mesmo” é descobrir que no próprio interior há um movimento infinito de construção de si, de identidade em expansão... que se torna possível graças a um constante arrancar-se do imobilismo e da paralisia existencial que impedem o fluxo da vida.
Nossa existência não pode ser de anonimato e indefinição. Ela exige identidade clara e bem definida. Normalmente confunde-se a identidade com certas “marcas distintivas”: o nome, a profissão, a posição social, política ou religiosa, a função...
A identidade, no entanto, é dinâmica, histórica, fecunda, aberta ao desconhecido, aventureira...; ela é lugar de expansão e de manifestação da livre circulação do impulso vital, que faz de cada ser humano um “sopro divino vivo”.
Esse movimento não permite mais que se responda à pergunta: “Quem sou eu?”, pois o ser humano não é, ele se “torna”. O ser humano é um contínuo “tornar-se”, um “vir-a-ser”, um “ek-sistir”, capacidade de ir além de si e adiante de si, no movimento de infinita transcendência.
Só transcende quem se aproxima da própria interioridade, do próprio coração.
Ter identidade é viver em contato com as raízes que nos sustentam. Em contato com a fonte e na viagem para dentro, clareia-se a visão de nós mesmos, da nossa originalidade e dignidade. Há uma força de gravidade que nos atrai progressivamente para o mais profundo de nós mesmos, onde Deus nos espera e nos acolhe, e onde encontraremos a nossa própria identidade e a verdadeira paz.
“Que eu me conheça e que te conheça, Senhor! Quantas riquezas entesoura o homem em seu interior! Mas de que lhe servem, se não se sondam e investigam” (S. Agostinho).
De “petros” a “petra”: esse é o desvelamento que acontece em todo seguidor de Jesus quando escuta e vive sua Palavra, proclamada no Sermão da Montanha.
Nossa identidade profunda é constituída pela fragilidade/petros e pela fortaleza/petra. Só no encontro com Aquele que é a Rocha firme é que transparece a “petra” que está oculta em nosso interior.
Texto bíblico: Mt 16,13-19
Na oração: A oração é o caminho interior que faz a pessoa chegar até o próprio “eu original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside não só o lado mais positivo da pessoa, mas o mesmo Deus. Este é o nível da graça, da gratuidade, da abundancia, onde a pessoa “mergulha” no silêncio à escuta de todo o seu ser.
Através da oração a pessoa desce a uma dimensão mais profunda e assim chega à corrente subterrânea.
Aqui ela experimenta a unidade de seu ser.
Coloque-se diante da verdade de Deus, na verdade de si mesmo:
- que resposta você daria, agora, se um repórter lhe entrevistasse e lhe perguntasse: “quem é você?”
- o que você colocaria na sua carteira de identidade que lhe diferenciasse de todas as outras pessoas? Quais seriam os seus sinais digitais mais originais? Quais os seus sinais digitais divinos? (as “marcas” de Deus);
- o que em você é “rocha” consistente, fundamento inabalável?
Pe. Adroaldo Palaoro sj
https://www.centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/939-minha-identidade-escondida-em-cristo
domingo, 26 de abril de 2020
terça-feira, 21 de abril de 2020
domingo, 19 de abril de 2020
sexta-feira, 17 de abril de 2020
quinta-feira, 16 de abril de 2020
A Meditação Secreta
O ASSUNTO DA MEDITAÇÃO
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quarta-feira, 15 de abril de 2020
ARQUIMANDRITA SOFRÔNIO, UM HOMEM SEDENTO DE ABSOLUTO
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| I |
Pela força dos acontecimentos, um testemunho é algo de subjetivo, e por vezes mesmo parcial, algo que não é e não pode ser completo, que não é sempre exato no sentido da exatidão fotográfica, mas, de certo, verdadeiro – da verdade do retrato, no qual penetram-se facilmente alguns traços daquele que é retratado. É nesta perspectiva que arriscaria dizer algumas palavras a respeito do Padre Sofrônio; consciente de que não passarão de algumas gotas no oceano.
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A mística e estigmatizada de La Fraudais, talvez a mística mais importante da história da Igreja, nasceu em 12 de fevereiro de 1850, em uma ...
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“Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infe...
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Nem mesmo Santa Teresa D’Ávila tem certeza de onde lhe veio a inspiração de, para explicar como progredir sempre na oração, comparar a alm...




