5º dia “Hóspede Divino” - Adoração - Jesus Eucaristia Na adoração esqueço de mim mesmo, porque somente Deus é importante para mim. Na presença Eucarística, Cristo chega até nós, se oferece por nós. Olhamos para Aquele que nos ama. Nele está o nosso desejo profundo de nos libertarmos de nós mesmos, para dependermos única e exclusivamente do Senhor. O primeiro contato com Jesus, escondido na Sagrada Hóstia foi decisivo para Elisabeth. Nesse dia, Ele tomou posse do seu coração. Sua única aspiração foi entregar- Lhe a vida. “A partir da Primeira Comunhão, vimo-la mudar imediatamente. Sentimo-la tomada por Deus”, nos diz sua irmã Margarida. Assim, arrastada pela torrente de amor, na intimidade mais pura da Primeira Comunhão, Elisabeth responde ao apelo de Jesus. “A Eucaristia é a plenitude transbordante do Amor Divino. Nela, Jesus não nos dá apenas os seus méritos e as suas dores, mas nos dá plenamente a si mesmo.” “Como é triste ter de me afastar do sacrário e despedir-me do Hóspede Divino! Mas Vós estais sempre comigo, estais no meu coração, Dileto Meu, único Amor.” “Após a Comunhão, guardamos o Céu inteiro em nossa alma, menos a visão desse Céu.” “A adoração! Sim! É uma palavra do céu. Me parece que poderia defini-la assim: é o êxtase do amor. É o amor vencido pela Beleza, pela Força, pela Grandeza imensa do Objeto amado que entra no estado como se fosse um desfalecimento, em um silêncio pleno e profundo.” UR 21 “Quanto mais vivemos com este Hóspede Divino, mais felizes nos sentimos, mais fortaleza temos para entregar-nos ao sacrifício.” Reflexão... “Eu sou o Pão da Vida. Quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim não terá mais sede.” ( Jo 6,35 )
sábado, 7 de novembro de 2020
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 4º Dia com Padre Mario Sartori
domingo, 1 de novembro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 3º Dia com Padre Mario Sartori
TERCEIRO DIA – Confiança e Abandono Sinal da Cruz. Vinde Espírito Santo. É a fé que nos aproxima de Deus. “Para aproximar-se de Deus é preciso crer.” (Hb 11,6). Diz o Catecismo da Igreja Católica: “o ato de fé é um ato humano, ou seja, um ato da inteligência do homem que, sob o impulso da vontade movida por Deus, dá livremente o próprio consenso à vontade divina” (153-163). É um Dom gratuito de Deus. Quando a alma sabe crer no grande Amor de Deus, nada a detém. Ela entrega-se então, sem reservas, com confiança e abandono, nesse amor. A confiança conserva a alma no equilíbrio, nos dá força e coragem no sofrimento. Na alma confiante a abandonada, o Espírito Santo agirá livremente. Elisabeth permaneceu fiel até o fim nesse caminhar para Deus na pura fé, mesmo quando gravemente enferma. É o meio de retribuir a Deus amor com amor. Mais sua alma é provada, mais aumenta sua fé, sua entrega total, afetuosa e dócil à Vontade Divina. “E de que servem as consolações, as doçuras? Estas coisas não são ele, e é Ele que buscamos. Vamos pois a Ele pela pura fé.” (Carta 53) “… a Ele me entrego e me abandono, de antemão feliz por tudo o que acontecer”. (Carta 250) “…também eu devo procurar o mestre que se esconde. Mas então, vivo na fé e fico satisfeita de não gozar de sua presença para deixá-Lo gozar do meu amor.” (Carta 298) Reflexão… “ A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê. Sem fé é impossível agradar a Deus, pois para se chegar a ele é necessário que se creia primeiro que ele existe e que recompensa os que o procuram.” (Hb 11, 1. 6) “Ao abandonado, Deus prepara uma casa”. (Sl 67,7) Oração: Pai Nosso, Ave-Maria e Glória.
sábado, 31 de outubro de 2020
NOVENA À SANTA ELISABETE DA TRINDADE | 2º Dia com Padre Mario Sartori
Novena à Santa Elisabete da Trindade | 1º Dia com Padre Mario Sartori
PRIMEIRO DIA “Agindo contra – Combate a si mesmo” Sem autodomínio, a vontade fica inconstante, e qualquer outra virtude que se queira edificar sobre ela afunda-se. Para se alcançar o domínio de si mesmo, é necessário uma luta constante, principalmente por meio do sacrifício, da mortificação. Oferecida à Deus, esse sacrifício nos ajuda a purificar os pecados, e unir-nos com mais amor aos padecimentos de Jesus. O sacrifício é apenas aparente, pois vivendo assim, com sacrifício, livra-se de muitas escravidões e no íntimo do seu coração consegue saborear todo o amor de Deus. Precisamos fortalecer a vontade, forjando-a na fornalha da Graça de Deus, e lutando por adquirir, com garra e mortificação, o autodomínio, que nos deixa verdadeiramente livres. A alma nada consegue sem o calor da Graça de Deus, por isso deve fortificar-se com as fontes de graça, que são os Sacramentos, a oração humilde ao Espírito Santo, com o cumprimento dos deveres cotidianos, “em espírito de amor de Deus, de auto-respeito e de generosidade para com os outros, sem sufocar os sentimentos e as tendências, mas canalizando-as numa vida virtuosa.” João Paulo II. Elisabeth, desde pequena tomou a resolução de impor-se a si mesmo uma vigilância constante. Conhecia seu “defeito dominante” e lutou para dominá-lo. Aprendeu a vencer-se por amor. Acompanhava regularmente retiros pregados pelos Padres da Companhia de Jesus, onde inspirou-se em seus propósitos. Habituara-se a renunciar a si mesma, estando sempre pronta a ceder e desaparecer, o que chamou de “agendo contra”. Um verdadeiro combate a si mesma: esta foi a palavra chave de sua alma generosa. “Hoje, tive a alegria de oferecer a Jesus muitos sacrifícios para vencer o meu defeito maior. Quanto me custou! Por isso, reconheço toda a minha fraqueza. Quando recebo uma observação injusta, parece-me sentir o sangue ferver nas veias, tal é a revolta do meu ser. Mas Jesus estava comigo. Ouvia-lhe a voz no fundo do coração, e então estava disposta a tudo suportar por seu amor.” (Diário 30/01/1899)
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Oração à Santíssima Trindade composta pela Santa Elisabete da Trindade
Esta oração de Santa Elisabete resume toda a sua vida de carmelita.
“Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente, de mim mesma, para me fixar em Vós, imóvel e calma, como se minha alma estivesse já na eternidade: que nada possa perturbar-me a paz, nem me fazer sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada instante me leve mais avante na profundidade de Vosso mistério.
Apaziguai-me a alma, fazei dela o Vosso céu, Vossa morada preferida, o lugar de Vosso repouso: que aí jamais Vos deixe só, mas que esteja toda inteira, totalmente desperta em minha fé, toda em adoração, completamente entregue à Vossa ação criadora.
Ó Cristo, meu amado crucificado por amor, quisera ser uma esposa para o Vosso coração, quisera cobrir-Vos de glória, amar-Vos…até morrer de amor. Sinto, porém, a minha fraqueza e peço-Vos me revistais de Vós mesmo, identificando a minha alma com todos os movimentos da Vossa, submergindo-me em Vós, invadindo-me, substituindo-Vos a mim para que a minha vida seja uma verdadeira irradiação da Vossa. Vinde a mim como adorador, como reparador, como salvador.
Ó Verbo eterno, palavra de meu Deus, quero passar a vida a ouvir-Vos, quero ser de uma docilidade absoluta para tudo aprender de Vós: e, depois, através de todas as trevas, todos os vácuos, todas as fraquezas, quero fitar-Vos sempre e ficar sob a Vossa grande luz. Ó meu Astro amado, fascinai-me para que não me seja mais possível sair de Vosso clarão radioso.
Ó fogo consumidor, Espírito de amor, vinde a mim, para que se opere em minha alma como uma encarnação do Verbo: que eu seja para Ele um acréscimo de humanidade na qual renove todo o seu mistério: e Vós, ó Pai, inclinai-Vos sobre Vossa pobre criatura, só considerando nela o muito Amado, no qual pusestes todas as Vossas complacências.
Ó meu “Três”, meu tudo, minha beatitude, solidão infinita, imensidade onde me perco, entrego-me a Vós como uma presa, sepultai-Vos em mim, para que eu me sepulte em Vós, enquanto espero ir contemplar em Vossa luz o abismo de Vossas grandezas.”
sábado, 29 de agosto de 2020
Basta a cada dia o seu cuidado

"Em que consiste esta lei universal e absoluta de nos entregarmos a Deus? No dever do momento presente.
Santificar uma vida inteira é consagrar a Deus o momento presente.
O passado já não existe, o futuro ainda não chegou, só o presente é real e traz consigo o dever.
É uma insensatez sobrecarregar o espírito com a perspectiva de milhões de ações a oferecer a Deus, de sacrifícios a renovar continuamente, de dificuldades sem número a vencer. Tudo isso é a santidade encarada de modo abstrato, através das lentes de aumento da imaginação.
A realidade, a vida concreta, é um ato que se oferece a Deus, um dever que se cumpre, uma cruz que se abraça, uma tristeza que se suporta; por vezes também um descanso sob o olhar de Deus, uma alegria que se partilha com Ele, uma tarde que se passa ao Seu lado.
Reduzir a santidade a este único dever da hora presente é torná-la fácil, é entrar nas vistas de Deus, que não quis sobrecarregar-nos com um fardo difícil de suportar.
Vivei o dia de hoje, diz-nos Ele, e não vos preocupeis com o dia seguinte. O amanhã trará consigo os seus próprios cuidados. Basta a cada dia o seu cuidado (MT 6,34). (...)
(...) O Senhor disse bem: Fazei-vos como crianças (Cf. Mt 18,3).
A criança não pensa no passado e ainda menos no futuro; permanece junto da mãe, brinca sob a sua vista e sabe que está aos seus cuidados.
'Alma minha, torna-te criança! Repele todas as preocupações do passado, todo o temor e expectativa inquieta em relação ao futuro, e fica com Deus no presente. Serás feliz e tranquila e disporás inteiramente das energias da tua vontade, da atenção do teu espírito, para as aplicares ao dever presente. Só o momento atual conta para ti, só ele contém bens imensos.' Podes a cada instante enriquecer-te para o céu, porque em cada instante encontrarás Deus.
Ó cegueira das almas! Procuram a santidade exteriormente, percorrem o universo, afundam-se no passado e perscrutam o futuro, correm atrás de quimeras, quando próximo delas, no momento presente, têm a perfeição com todas as suas riquezas, todos os seus dons e todas as opulências; quando próximo delas existe um oceano de santidade, no qual podem mergulhar."
Trecho do livro: O DOM DE SI - José Schrijvers - Cultor de Livros
sábado, 8 de agosto de 2020
São Domingos de Gusmão
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Domingos nasceu na Espanha, em Calaruega, perto de Burgos e da abadia de Silos, em 1170. Era filho de Félix de Guzman e de Joana de Aza, mulher que se distinguiu pela grande piedade.
Fonte: http://www.arautos.org.br/especial/17940/Sao-Domingos-de-Gusmao.html
Modo de Fazer Oração Mental, por Santo Afonso
A meditação ou oração mental contém três partes: A Preparação A Meditação A Conclusão I. PREPARAÇÃO Na preparação fazem-se três atos: 1º A...
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A mística e estigmatizada de La Fraudais, talvez a mística mais importante da história da Igreja, nasceu em 12 de fevereiro de 1850, em uma ...
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Nem mesmo Santa Teresa D’Ávila tem certeza de onde lhe veio a inspiração de, para explicar como progredir sempre na oração, comparar a alm...
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“Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infe...
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SEGUNDO DIA Morro cada dia – Renúncia e Desapego Sinal da Cruz. Vinde Espírito Santo. Enquanto alguma coisa nos prender, não poderemos ...
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4º dia “Silêncio e Solidão“ “O silêncio é a linguagem da alma para conversar com Deus.” O perfeito silêncio nunca pode estabelecer-se sem ...
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Santa Alegria dos Filhos de Deus “Alegrai-vos sempre no Senhor; repito, alegrai-vos!” Esta ordem que São Paulo deixou como legado à Igreja,...
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